Conselhos para a poupança das famílias monoparentais

Cada ano custa mais chegar ao fim do mês. Milhares de famílias têm que fazer grandes sacrifícios para poderem esticar, na medida do possível, o salário que recebem. Sobretudo, porque os salários não aumentaram, ao contrário do nível de vida. Mas esta tarefa, que pode parecer bastante simples para aqueles que recebem dois salários em casa, torna-se ainda mais complicada para as famílias monoparentais. Que possibilidades têm de poupança? Para facilitar este trabalho, reunimos uma série de conselhos com a finalidade de fomentar a poupança nas famílias monoparentais. Continue a ler! Isto vai-lhe dar muito jeito.

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1. Planeamento

Para poupar precisa, primeiro, de ter um planeamento mensal. O melhor será distribuir os meses por escalas. Agarre numa folha em branco e coloque os meses do ano. Em cada um deles, escreva o salário que recebe e as necessidades essenciais desse mês. Denominamos de necessidades essenciais a que, por exemplo, se for setembro e tiver filhos em idade escolar, precisará de lhes comprar livros, material escolar e roupa para a escola. Faça uma estimativa de quanto podem custar essas despesas fixas e coloque-as ao lado do seu salário. Deste modo, fará mais ou menos um controlo de despesas fixas, tais como o material que as crianças precisam, luz, água ou comida.

2. Cancele as suas dívidas

Quanto mais rapidamente pagar as suas dívidas, melhor para si e para a sua família. Nunca se sabe quantas voltas vai dar a vida nem o que vai ser de si durante uns meses. E se continuar com dívidas pendentes e reparar que não poderá pagá-las nem pagar os juros que estas originam? O melhor é apertar bem o cinto e acabar com as dívidas, antes que elas se tornem num problema maior e mais difícil de enfrentar.

3. Empréstimo de roupa ou de material

Toda a gente gosta de estrear roupa e as crianças ainda mais, mas quando não dá, não dá mesmo. Explique-lhes que as coisas custam dinheiro e que nem sempre podemos satisfazer os seus caprichos. Por isso, se tiver algum familiar com filhos da mesma idade que os seus ou que tenha guardado a roupa dos seus filhos e que não precise dela, peça-a. Talvez aos seus lhes fique bem e se num mês puder evitar ter de comprar outro fato (que se rompeu), está a poupar dinheiro que pode aplicar noutra coisa que também vai precisar ou nos imprevistos que possam surgir.

4. Primeiro, as necessidades

Às vezes, perdemos um pouco a cabeça, quando anunciam na televisão novos aparelhos tecnológicos, roupa de marca ou qualquer outro objeto do qual diariamente é possível prescindir facilmente. Isto apresenta-se como um problema, se o que realmente pretendemos é poupar. A poupança começa por pensarmos primeiro nas necessidades tais como a alimentação das crianças, pagar a luz, a água, ter um teto ou a roupa de uso diário, ao contrário de smartphones, computadores portáteis ou qualquer outro capricho que possa surgir. Seja consciente de que o mais importante é assegurar as necessidades básicas e que, por exemplo, um telemóvel inteligente dará muito entretenimento mas não alimenta. Também deverá falar acerca disso com os seus filhos e fazer com que percebam que há situações nas quais é preciso saber escolher e que nesta ocasião o que é correto é cobrir as necessidades básicas.

5. Ir ao supermercado com o estômago cheio

Há estudos que asseguram que ir ao supermercado quando tem fome incita a esbanjar e adquirir alimentos que não são necessários. Portanto, quando tiver que fazer a compra semanal ou mensal, procure ir ao supermercado com o estômago cheio. Pensará com mais clareza e não vais desperdiçar os euros destinados para a compra semanal.

Siga estes conselhos escrupulosamente e verá como, com o decorrer do tempo, a sua conta à ordem estará sólida e pôde poupar para dar algum "miminho" aos seus filhos. Vale a pena.

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