A importância de ter formação financeira

Todos os dias somos confrontados com a necessidade de tomar decisões que mexem com o nosso dinheiro. Nem todas têm a mesma complexidade, mas acontece já com alguma frequência sermos desafiados, por exemplo, a subscrever um cartão de crédito, a comprar um produto a prestações ou a subscrever um crédito que parece surgir no momento certo para comprar ou pagar uma despesa extra. Nem é preciso entrar num banco. São já muitas as instituições e as circunstâncias em que este tipo de situações acontece.

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Se por um lado parece ser mais fácil ter acesso ao dinheiro, por outro os produtos e serviços são muito diversificados e tornaram-se mais complexos. Se não percebermos o que temos em mãos, mesmo que nos expliquem ao detalhe o que nos estão a oferecer, o mais provável é sermos surpreendidos mais tarde. E, por vezes, as surpresas não são agradáveis.

A formação financeira ganhou de tal forma importância, que foi criado o Dia da Formação Financeira. Celebra-se no dia 2 de novembro e é dinamizado pelo Plano Nacional de Formação Financeira. A edição de 2016 vai sensibilizar os jovens para a importância da formação financeira e será dada também atenção especial aos empresários de micro, pequenas e médias empresas. Pode consultar o programa aqui.

Através destas iniciativas, pretende-se reforçar a capacidade das pessoas para tomarem decisões informadas sobre as suas finanças pessoais. Seja em áreas mais complexas como a poupança e o crédito, seja na gestão do orçamento familiar, é importante ter conhecimento suficiente para poder tomar decisões. Mas não só. Também é necessário saber tomar as decisões mais corretas tendo em conta o perfil de cada pessoa. Ser mais conservador ou mais propenso ao risco faz toda a diferença na hora de tomar decisões financeiras.

Porque é que a formação financeira é importante?

- Os produtos e os serviços financeiros foram-se tornando cada vez mais diversificados e complexos e é importante saber exatamente o que se subscreve;

- Por via das próprias restrições orçamentais dos Estados, cada vez mais é necessário as pessoas investirem em complementos para as suas reformas ou para enfrentarem situações difíceis como uma situação de desemprego ou doença;

- Já não são apenas os bancos a disponibilizarem crédito. A estes, juntaram-se uma série de outros empréstimos concedidos por outro tipo de instituições e também pelos próprios estabelecimentos comerciais, numa diversidade de condições e situações.

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